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HISTÓRIA

O topónimo de Alpendorada advém da sua posição topográfica, pois encontra-se em grande declive, como que suspensa,

pendurada sobre o rio Douro, nas faldas do monte de Santiago de Arados.

 

As terras de Pendorada foram também terras de São Bento, quando por iniciativa do clérigo Velino, abade de Sabina,

se fundou o Mosteiro de Pendorada, nos meados do século XI.

 

Em 1123, foram doados ao mosteiro várias herdades. No mesmo ano D. Teresa,

elevou-o à categoria de Couto. D. Afonso Henriques confirmou esta isenção fiscal e administrativa, em 1132.

No reinado de D. João I, o abade Afonso Martins já tinha prestígio e poder para ser nomeado Capelão da Corte e Conselheiro do Reino.

Durante todo esse tempo, a vida monacal andou ligada à família de D. Moninho Viegas

e às lendas trágicas dos amores, das vinganças e das promessas por cumprir.

 

De todas as construções primitivas do convento, hoje, nada resta, exceto a memória da obra ogival do claustro,

representada por uma pequena inscrição gótica de granito, disposta entre duas esculturas em alto-relevo, que figuram,

parece, o abade e o arquiteto edificadores do convento.

Sobreposta a esta inscrição, fica uma outra, e ambas estão hoje fixadas na parede da sacristia, contígua à igreja.

Alpendorada, com o Convento e Igreja, com o Castro, com o Memorial, com a Campa Medieval e principalmente

com a paisagem entre albufeiras é um dos mais importantes destinos para o turismo cultural da região.

 

Para além do acima descrito, são ainda de referir vários monumentos que testemunham o vasto património histórico

e arqueológico da área geográfica que constitui o território educativo do Agrupamento de Escolas de Alpendorada.

 

Assim, destacam-se, em Ariz, a Igreja Paroquial, a Forca e a Casa Grande de Feira Nova.

Em Favões encontramos o Cruzeiro, a Igreja Paroquial, a Capela da Senhora da Piedade, a Casa Nova,

a Casa de Oleiros e a Casa de Cortes. Em Penhalonga, além da Igreja Matriz e da Escultura do Monte Eiró,

encontram-se as Casas de Avelosa, Cardia, Carrapatelo, Sardoeira e Sardeirado.

Em Sande são de destacar a Igreja Matriz e a Capela de Santiago, o edifício da antiga Cadeia, a Azenha e as Casas de Lamas,

Veiga e Vimieiro. No Torrão marcam a sua presença a Igreja Paroquial e a Ponte sobre o rio Tâmega.

Várzea tem as suas Igrejas, a Capela da Senhora da Guia, a Capela da Nossa Senhora de Lurdes,

a Casa da Soalheira e as Ruínas Romanas. Em Magrelos, além da Igreja Paroquial, existe também a Casa da Seara.

Em Paços de Gaiolo existe a Igreja Matriz, a Capela de S. Martinho e as Casas Grande, Gaiolo e Búzio.

Em Paredes de Viadores encontram-se a Capela de Nossa Senhora do Socorro e as Casas Conde de Juncal, Becos e da Igreja.

Por sua vez, em S. Lourenço do Douro, encontra-se a Igreja Paroquial, o Solar da Quinta de Pinhete e a casa do Ribeiro.

Em Vila Boa do Bispo destaca-se o secular Mosteiro dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, a Igreja Paroquial,

a Capela de Santo António e a do Pinheiro e também as Casas de Alvelo, da Lavandeira, do Bairral,

de Cavalhõezinhos e a Casa do Mosteiro.